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Papo de especialista

Por que repetimos padrões em nossa vida mesmo quando desejamos mudar?

Em artigo para o Papo de Especialista, Marcia Sebem reflete sobre a repetição de conflitos e convida à busca por mais consciência e liberdade emocional.

Publicado em 05/06/2026 às 15:52
Atualizado em

(Foto: Assessoria)

Você já percebeu que algumas pessoas mudam de relacionamento, de emprego ou até de cidade, mas os mesmos conflitos continuam aparecendo?

Ao longo dos últimos 10 anos, uma das frases que mais escuto no consultório é:

"Estou cansada de viver as mesmas situações e não sei por onde começar."

Como terapeuta, percebo que essa é uma das dores mais profundas que carregamos: a dificuldade de compreender a nós mesmos.

Muitas vezes sentimos que estamos vivendo o mesmo filme, apenas com personagens diferentes.


Aquilo que chamamos de azar, destino ou coincidência pode estar relacionado a padrões inconscientes construídos ao longo da nossa história. Quando não temos consciência deles, seguimos reagindo no piloto automático, repetindo experiências, emoções e escolhas sem perceber.

Meu trabalho não é sobre culpar o passado, mas sobre dar um novo lugar a ele. Quando compreendemos nossa história com mais consciência, criamos espaço para escrever novos capítulos com mais clareza, liberdade e presença.

É por isso que convido você para a Jornada das Vivências Sistêmicas:

Quebrando Ciclos – Da Repetição à Liberdade Emocional

Um encontro dedicado ao autoconhecimento e à ampliação da consciência, por meio de uma abordagem vivencial que possibilita compreender o que está por trás dos padrões que se repetem e o que pode estar limitando seu crescimento.


 O que você poderá vivenciar:

  • Reconhecer padrões que influenciam suas escolhas e relacionamentos.
  • Desenvolver mais clareza nos vínculos afetivos, familiares e profissionais.
  • Identificar dinâmicas repetitivas que podem estar limitando seu bem-estar.
  • Ampliar a percepção sobre emoções, sintomas e desafios recorrentes.
  • Fortalecer o autoconhecimento e o contato com seus recursos internos.
  • Encontrar novas possibilidades e relações mais saudáveis.
  • A Vivência Sistêmica acontece em grupo, mas cada participante vive o seu próprio processo.

Não é necessário expor questões pessoais além do que desejar compartilhar. O trabalho é conduzido de forma respeitosa, acolhedora e individual, permitindo que cada pessoa acesse suas próprias percepções, compreensões e movimentos internos.


Quando a compreensão substitui a dor

Os efeitos desse processo de autoconhecimento podem ser percebidos de diferentes formas. Em um relato compartilhado após uma vivência terapêutica, uma participante descreveu a transformação que experimentou ao compreender melhor sua própria história.

"Hoje eu enxergo minha história com outros olhos. Coisas que antes doíam, travavam ou me davam medo, agora fazem sentido. Eu me sinto mais inteira, mais no meu lugar e mais em paz comigo mesma. Não é que os desafios tenham desaparecido, mas a forma como lido com eles mudou completamente."


A participante também relatou uma sensação de pertencimento e aceitação que não havia experimentado anteriormente.

"Pela primeira vez, sinto que não estou mais tentando consertar quem eu sou, mas entendendo e honrando o meu lugar na minha própria história. Isso me trouxe uma leveza e uma segurança que eu nunca tinha experimentado."

Segundo ela, o processo proporcionou não apenas uma nova compreensão sobre o passado, mas também mais clareza sobre o presente e os caminhos possíveis para o futuro.

O que seu corpo está tentando lhe mostrar?

Talvez o próximo passo para transformar sua história seja compreendê-la de uma nova maneira.

Permita-se viver essa experiência de autoconhecimento, clareza e conexão.


13 de junho - início às 15h

  • Mallet/PR
  • Público: Homens e mulheres 

Vagas limitadas! 


Marcia Sebem – Terapeuta

Informações e inscrições:

Fonte: Assessoria

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